quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

TV Kelelé realiza documentários com histórias de vida
de quatro mulheres guineenses

A televisão comunitária TV Kelelé associou-se à Casa dos Direitos e realizou uma série de documentários que contam a história de vida de quatro mulheres guineenses. Os depoimentos, disponibilizados em breve no site, foram apresentados pela primeira vez durante a inauguração da Casa.

A inauguração da Casa dos Direitos nos media























_ Inaugurada casa dos Direitos | Agência de Notícias da Guiné-Bissau

_Inaugurada Casa dos Direitos Humanos | Jornal Nô Pintcha 

_ Prisão centenária dá lugar a Casa onde celas são bibliotecas | Notícias Sapo MZ (Lusa)

_ Inaugurada Casa dos Direitos e Cidadania em Bissau | Notícias Sapo AO (Lusa)

_ Prisão centenária dá lugar a Casa onde celas são bibliotecas | Jornal da Madeira (Lusa) 

_ Casa dos Direitos GUINÉ-BISSAU | Buala

Entrevistas

_ Inauguração da Casa dos Direitos na Guiné-Bissau (entrevista a Nelson Constantino Lopes, coordenador da Casa) | RFI

_ Numa das prisões mais antigas da Guiné-Bissau nasceu a Casa dos Direitos (entrevista a Fátima Proença, da ACEP) | RDP África


Nos blogues

_ Inauguração da Casa dos Direitos na Guiné-Bissau | Novas da Guiné-Bissau

_ Casa dos Direitos inaugurada hoje na Guiné-Bissau | Meninos de Ninguém

_ Cheira a livro novo | Meninos de Ninguém

_ casa dos direitos | Domadora de Camaleões

_ Nunde ña diritu | Domadora de Camaleões

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Casa cheia em dia de inauguração da Casa dos Direitos

A sala principal da Casa dos Direitos quase não foi suficiente para acolher todos aqueles que quiseram marcar presença na inauguração da Casa dos Direitos, da Guiné-Bissau, em pleno Bissau Velho, naquela que foi em tempos a Primeira Esquadra/Prisão de Bissau. Durante a inauguração a ministra da Presidência do Conselho de Ministros, Adiatu Djaló, que presidiu à abertura formal da Casa, sublinhou que a Casa “vai servir para incentivar e servir a liberdade cívica dos guineenses”.

Também o presidente da Liga Guineense dos Direitos Humanos, Luís Vaz Martins, explicou que "é uma casa da cidadania onde as pessoas podem ter acesso à documentação sobre os direitos humanos, onde poderão aceder a Internet, assistir a conferências e projeções de filmes sobre os direitos humanos", em declarações recolhidas pela Lusa.