quarta-feira, 1 de outubro de 2014
CASA ACOLHE PRIMEIRA APRESENTAÇÃO PÚBLICA
DO OBSERVATÓRIO DOS DIREITOS
No passado dia 30 de Setembro, a Casa dos Direitos acolheu a primeira apresentação pública do projecto para a criação do Observatório dos Direitos, na Guiné-Bissau.
A sessão de abertura contou com a participação da Ministra da Justiça, Carmelita Pires, do Embaixador da UE junto da Guiné-Bissau, Joaquín González-Ducay, do Embaixador de Portugal junto da Guiné-Bissau, Antonio Leão Rocha, e do presidente da Liga Guineense dos Direitos Humanos (LGDH), Luís Vaz Martins.
Na assistência estiveram também o Presidente da Comissão Parlamentar de Assuntos Constitucionais, Liberdade e Direitos, Higino Cardoso, um representante da Comissão Parlamentar da Família, Direitos da Mulher e da Criança, além de representantes da UNICEF e do PNUD, da central sindical UNTG, dos sindicatos da educação e da saúde, magistrados, membros de diversas ONG e jornalistas.
Durante a sessão, foi apresentado o processo de criação do Observatório, assim como os primeiros resultados da recolha de dados efectuada no terreno. Houve também oportunidade para partilhar algumas reflexões no domínio da construção de estratégias de comunicação sobre os direitos humanos e na área da realização de um estudo-diagnóstico sobre as competências da sociedade civil no que diz respeito à sensibilização e à advocacia nas questões relacionadas aos direitos humanos.
O trabalho com os jornalistas, no domínio dos Direitos Humanos, é outras das principais áreas de trabalho do Observatório dos Direitos e, por isso, foram tratadas durante a sessão as questões relativas ao trabalho do Observatório com os órgãos da comunicação social e à relação entre jornalismo, ética e direitos humanos, fazendo alusão ao prémio anual de jornalismo na vertente dos direitos humanos que será em breve lançado no âmbito deste projecto.
Para o presidente da LGDH, Luís Vaz Martins, “o Observatório dos Direitos constitui uma luz de esperança num contexto de negação de direitos e de falta de informação consistente sobre essa realidade. É, por isso, o visto para a concretização de um sonho, que vem responder a expectativas que vão para lá do mero reconhecimento, e contribuem para a efectiva realização dos direitos”.
O projecto é da iniciativa da LGDH, da ONG portuguesa Associação para a Cooperação entre os Povos (ACEP) e do Centro de Estudos sobre África, Ásia e América Latina (CEsA) do Instituto Superior de Economia e Gestão da Universidade de Lisboa, e conta com financiamento da União Europeia e co-financiamento do Camões - Instituto da Cooperação e da Língua.
quarta-feira, 24 de setembro de 2014
FILME A BATALHA DE TABATÔ CHEGA A BISSAU
Após uma digressão de duas semanas pelo interior do país, o filme A Batalha de Tabatô chega a Bissau para uma apresentação pública a 25 de Setembro, pelas 19 horas, no espaço Lenox. A entrada é gratuita.
Gravado na Guiné-Bissau em 2011, o filme de João Viana foi premiado no festival de Berlim e já foi exibido em festivais de cinema de todo o mundo. O filme fala de Tabatô, aldeia de músicos mandingas no Leste do país.
Veja aqui o trailer do filme.
Gravado na Guiné-Bissau em 2011, o filme de João Viana foi premiado no festival de Berlim e já foi exibido em festivais de cinema de todo o mundo. O filme fala de Tabatô, aldeia de músicos mandingas no Leste do país.
Veja aqui o trailer do filme.
REPÚBLICA DI MININUS APRESENTADO HOJE EM LISBOA
COM DEBATE SOBRE DEMOCRACIA
O filme do realizador guineense Flora Gomes, República di Mininus, é hoje apresentado em Lisboa, numa sessão que contará com a presença do Prof. Diogo Freitas do Amaral, da Universidade Lusófona e do Prof. Luís Moita, da Universidade Autónoma de Lisboa, para um debate sobre democracia.
A sessão acontece pelas 18 horas, inserida no Ciclo de Cinema Direitos e Desenvolvimento, que resulta de uma parceria entre a Plataforma Portuguesa das ONGD e o UNRIC - Centro Regional de Informação das Nações Unidas.
República di Mininus, de Flora Gomes
Num país africano em guerra, os adultos desaparecem deixando as crianças entregues à sua sorte. Perante esta ausência, as crianças organizam-se e assumem as responsabilidades e as funções sociais. De forma simbólica, reproduz-se um país estável e próspero, governado pelas crianças e no qual estas não crescem. Mas a paz vivida é interrompida pela chegada de cinco crianças-soldado que serão postas à prova pela nova sociedade.
Veja aqui o trailer do filme.
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