terça-feira, 12 de maio de 2020
DIÁLOGO(S) COM A SOCIEDADE: LGDH CONDENA CRIAÇÃO DE COMISSÃO PARA REVISÃO CONSTITUCIONAL
A LGDH - Liga Guineense dos Direitos Humanos emitiu um comunicado de imprensa no qual condena, sem reservas, o anúncio da criação de uma comissão técnica para a revisão constitucional, através de um Decreto Presidencial, que considera inconstitucional.
sábado, 9 de maio de 2020
DIÁLOGO(S) COM A SOCIEDADE: "PANDEMIA PROVOCOU 'O MAIOR LIMIAR DE CONSCIÊNCIA DE QUE É POSSÍVEL MUDAR'"
Ouça a entrevista com o sociólogo guineense Miguel de Barros
Será que a pandemia do novo coronavírus vai mudar o mundo? O sociólogo guineense Miguel de Barros considera que estamos perante “o maior limiar de consciência de que é possível mudar”. Como, quando e onde? O novo coronavírus criou cenários quase de distopia, mas os erros que a humanidade cometeu até hoje podem criar um novo modelo que não é uma utopia… Uma conversa de hoje sobre o ontem e o amanhã com Miguel de Barros.
Será que a pandemia do novo coronavírus vai mudar o mundo? O sociólogo guineense Miguel de Barros considera que estamos perante “o maior limiar de consciência de que é possível mudar”. Como, quando e onde? O novo coronavírus criou cenários quase de distopia, mas os erros que a humanidade cometeu até hoje podem criar um novo modelo que não é uma utopia… Uma conversa de hoje sobre o ontem e o amanhã com Miguel de Barros.
DIÁLOGO(S) COM A SOCIEDADE: NETWORKING SOLIDÁRIO
Quando os números de
telefone da iniciativa foram lançados nas redes sociais, as ligações que
recebemos de pessoas relatando as suas dificuldades e pedindo ajuda foram mais
numerosas do que as ligações dos que queriam contribuir... isto mostra a
dimensão da dificuldade que a população guineense está a enfrentar.
Foi justamente ao
conversar com o meu amigo Wellena, sobre quais poderiam ser os efeitos
colaterais da entrada em vigor do estado de emergência, que vimos que a parte
económica seria uma das mais afetadas, sobretudo no que toca a alimentação, uma
vez que muitas pessoas vivem daquilo que conseguem vender no dia a dia.
O que nos veio à mente
foi: “o que podemos fazer para amenizar a fome (tadja fomi) das famílias mais
carenciadas?” Então decidimos ligar aos nossos amigos, que prontamente se
disponibilizaram. Foi interessante observar que todos estavam preocupados com a
situação mas não sabiam como poderiam ajudar a combatê-la. Criámos um grupo do
WhatsApp, fizemos uma nota conceptual, abrimos uma página no Facebook, fizemos
um flyer... surgiu assim a iniciativa ‘Tadja Fomi’.
Hoje somos 32
voluntários. Os que apoiam não são pessoas ricas – muitas também enfrentam
dificuldades em casa – mas o pouco que têm compartilham. Por exemplo, há um
senhor que não pôde ajudar com alimentos ou dinheiro, entretanto, como é
condutor e tem o seu carro, disponibilizou-se para nos auxiliar nas
deslocações.
Subscrever:
Mensagens (Atom)


